Esta nova biblioteca, integrante da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, com um tipologia BM3 é um espaço de cultura e convívio, que se quer partilhado por todos. Além da normal actividade de uma biblioteca – disponibilização de periódicos, sala de leitura e multimédia, pretende-se igualmente reforçar uma actividade que vinha já sendo desenvolvida na antiga Biblioteca Municipal: a promoção de actividades, principalmente junto dos mais novos, que promovam o gosto e o interesse pela leitura e pelos livros.
Na mesma ocasião, e no mesmo local, é inaugurada a exposição colectiva de escultura ao ar livre EsculturaLivre. Esta mostra, que se irá manter até ao dia 31 de Dezembro, é mais uma aposta na promoção da cultura, trazendo-a junto das pessoas, e conta com grandes nomes do panorama artístico nacional e internacional.
No interior da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, será inaugurado o Painel de Azulejos de Manuel Cargaleiro e a exposição “Fernando Piteira Santos – Português, Cidadão do Século XX”.
PROGRAMA: 17h30
Concentração junto da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, Av. Conde Castro Guimarães (Frente à Academia Militar). Recepção aos convidados, com o Grupo de Djambé da Escola Intercultural; Visita à exposição “Escultura Livre – Amadora 2009”.
17h45 O Grupo Toca a Rufar, abre caminho às crianças das escolas da zona e de outros leitores que trazem livros da velha Biblioteca. Entrada das crianças na Biblioteca, seguidas pela comitiva: Piso -1 (espaço Infantil); Piso 0 (Recepção) (Inauguração do Painel de Azulejos de Manuel Cargaleiro e exposição alusiva a Piteira Santos); Pisos 1 e 2 (área especializada de BD e Fundo Piteira Santos).
18h00 Discursos de Inauguração.
18h30/19h00 Concerto pela Orquestra Geração, no Grande Auditório da Academia Militar; Beberete
SOBRE A BIBLIOTECA:
Tipo: BM3
Fundo documental que conta com 85.000 documentos, sendo cerca de 5500 documentos multimédia (CD's, videocassetes, DVD's e CD-ROM's).
345 lugares sentados para leitura, consulta e utilização das novas tecnologias.
Sectores por piso: - Sector Infantil e Juvenil; sala do conto; espaço para ateliers (Piso -1) - Sector de Recepção e Atendimento; Empréstimo domiciliário; Leitura de Periódicos; Cafetaria; Espaço Internet; WC equipado com fraldário; Auditório (Piso 0) -Sector de Adultos (Piso 1) - Sector de Fundos Especiais (Piso 2)
Valências:
Auditório: Com 81 lugares e equipado com sistema de som, de vídeo e de audioconferência.
Espaço expositivo: Possui áreas para exposições.
Recepção e atendimento: 4 Balcões de atendimento nos 4 pisos, com serviço de referência, de informações e de apoio e acompanhamento dos leitores.
Fundos: - Fundo adulto e infantil - Fundo multimédia - Fundo Local: Que reúne um conjunto de documentos essenciais para o estudo da nossa região, quer a nível global quer particularizando cada freguesia. - Fundos documentais especiais: Fundo de Banda Desenhada e Fundo Piteira Santos
Serviços: Catálogo informatizado: catálogo informatizado disponível on-line para pesquisa de documentos pretendidos.
Serviço Empréstimo Domiciliário: Um dos principais serviços prestados pelas Bibliotecas que reside no empréstimo de livros, CD's, videocassetes, DVD's e CD-ROM's, para o qual o utilizador apenas necessita de obter (gratuitamente) um cartão de utilizador.
Serviços de Promoção da Leitura: Um conjunto de actividades que visam o incentivo à leitura para crianças, jovens e adultos.
Serviço de informação à Comunidade: Que presta informações que vão desde o acesso ao ensino superior à toxicodependência, horários de transportes, horários e moradas de Serviços Públicos no Concelho, etc.
Serviço Informático: Com 25 computadores multimédia para uso de CD-ROM's, aplicações do MSOffice, scanner, impressora a cores e acesso à Internet.
2 Computadores para pessoas com necessidades especiais
Serviço de Audiovisual: Com equipamentos para visualização e audição de DVD’s; CDI’s; CD’s áudio.
Serviço de Fotocópias (pagas) em sistema de Self-Service.
Serviço de Cafetaria (a disponibilizar futuramente)
Biblioteca Adriano Moreira será inaugurada a 17 de Junho em Bragança
Sexta-feira, Junho 12, 2009
A Biblioteca Adriano Moreiraserá inaugurada a 17 de Junho, às 10h30, em Bragança, com a presença de Cavaco Silva, Presidente da República.
Nesta nova biblioteca transmontana estará disponível o espólio (destaque para as obras de Ciência Política) de Adriano Moreira (n. 1922), professor universitário, ex-ministro e antigo líder do CDS. O político, académico e jurista nasceu em Grijó, uma aldeia do concelho de Macedo de Cavaleiros, mas foi Bragança a escolhida para guardar o seu acervo bibliotecário, condecorações, diplomas e atribuições honoríficas.
O material doado tem estado guardado até ao momento no antigo Colégio dos Jesuítas. de Bragança. A Biblioteca Adriano Moreira integrará um conjunto de equipamentos culturais localizados no centro histórico da cidade, nomeadamente três bibliotecas públicas, cinco museus e conservatório de Música e Teatro municipais.
I Encontro Internacional de Bibliotecas Itinerantes, de 12 a 14 de Junho, na Batalha
Terça-feira, Junho 09, 2009
A Batalha recebe de 12 a 14 de Junho, na Praça Mouzinho de Albuquerque, o I Encontro Internacional de Bibliotecas Itinerantes.
Estarão presentes neste evento as principais bibliotecas do nosso país, estando tamém asseguradas as presenças das Bibliotecas da Comunidade de Madrid e de Léon, de Espanha.
Na Sexta-feira dia 12, às 18h30, o Município da Batalha fará a apresentação da nova Biblioteca Itinerante que passará a servir a população de todo o Concelho.
Decorre no dia 12, Sexta-feira, às 9h30, no Auditório Municipal da Batalha, a Conferência "As Bibliotecas Itinerantes no Século XXI: Que desafios, estratégias e públicos?". Presentes como principais oradores estarão Ian Stringer, membro da IFLA e especialista sobre Bibliotecas Itinerantes e Roberto Soto Aranz, Presidente da ACLEBIM - Asociación de Profesionales de Bibliotecas Móviles (Espanha). Debater o futuro das Bibliotecas Itinerantes, quais as estratégias de captação de públicos e programas / acções a adoptar, são alguns dos objectivos desta iniciativa, integrada no I Encontro de Bibliotecas Itinerantes da Batalha, que conta com o apoio da Fundação Gulbenkian, a realizar de 12 a 14 de Junho, na Praça Mouzinho de Albuquerque, na Vila da Batalha. Organização da Câmara Municipal da Batalha e da Biblioteca Municipal da Batalha
PROGRAMA:
12 de Junho 9h30 | Abertura Solene da Conferência Sua Exª, o Senhor Ministro da Cultura * Representante da Fundação Calouste Gulbenkian Sr. Presidente da Câmara Municipal da Batalha
10h30 | I PAINEL – O aparecimento das Bibliotecas Itinerantes em Portugal Rui Neves, Chefe da Divisão das Bibliotecas do Município do Montijo
11h15 Coffee break
11h30 | II Painel – As Novas Bibliotecas Itinerantes Roberto Soto Arranz, Presidente da ACLEBIM - Asociación de Profesionales de Bibliotecas Móviles (Espanha) Nuno Marçal, editor do blogue http://opapalagui.blogspot.com/ - As Andanças da Bibliomóvel por Terras e Gentes de Proença-Nova
13h00 ALMOÇO
14h30 | IV PAINEL – Novas estratégias, recursos e projectos de dinamização da leitura no Século XXI - Mario Aladro e Mercedes Herrero, Sección de Bibliobuses da Comunidad de Madrid
15h45 | As Bibliotecas Móveis no Mundo - Ian Stringer, Membro da IFLA, Responsável pelas linhas de orientação das novas Bibliotecas Itinerantes
16h00 | Debate
16h30 | Encerramento da Conferência e visita às Bibliotecas Itinerantes que participam no Encontro Internacional de Bibliotecas da Batalha, de 12 a 14 de Junho. Decorre em paralelo, a 8ª Feira do Livro e do Jogo da Batalha
* Aguarda-se confirmação da presença.
Inscrições e informações: biblioteca@cm-batalha.pt
Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos, da Amadora, é inaugurada dia 19 de Junho
Sexta-feira, Junho 05, 2009
Inaugura no próximo dia 19 de Junho a Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos. As novas instalações da biblioteca da Amadora possuem um sector destinado ao público infantil e juvenil (que inclui sala do conto e espaço para a realização de ateliês de expressão) e outro sector para o público adulto. Dispõem ainda de um Espaço Internet, um auditório e espaços de exposições.
A colecção da biblioteca reúne cerca de 85 000 documentos, entre livros, jornais, revistas, CD e DVD, para consulta presencial e empréstimo domiciliário.
A biblioteca recebe o nome de Fernando Piteira Santos, em homenagem ao historiador, jornalista, tradutor e activista político, natural da Amadora, que legou a sua biblioteca pessoal ao Município. Este legado constitui um fundo especial composto por mais de 15 000 obras, nas áreas da literatura, política, história, religião e filosofia.
Tratando-se de um concelho com uma forte ligação ao universo da banda desenhada – organiza anualmente o Festival de BD da Amadora – a biblioteca inclui ainda um fundo especial de banda desenhada, com mais de 10 000 livros e obras de referência.
Biblioteca Municipal José Saramago, no Feijó, Almada, é inaugurada dia 23 de Maio.
Quinta-feira, Maio 21, 2009
No dia 23 de Maio, pelas 17h30, é inaugurada a Biblioteca Municipal José Saramago, no Feijó, Almada. Um equipamento marcado por um painel de 14 mil azulejos do Mestre Querubim Lapa.
Muitas valências
No piso 0 encontra-se a área de atendimento ao público, uma sala polivalente, uma loja, uma zona para o empréstimo domiciliário e ainda uma área para consulta de periódicos (jornais e revistas). Neste piso, tirando partido da proximidade um plano de água, existe também uma cafetaria/bar.
Subindo ao Piso 1, encontram-se as áreas destinadas aos mais novos, repartidas pelo sector infantil e sector juvenil, além de salas para ateliers e para a “hora do conto”. Uma zona privilegiada da biblioteca, tendo em conta a existência de várias escolas num raio de 1 km, com cerca de 10 mil alunos.
O Piso 2 é constituído pela sala de leitura geral, áreas de consulta local e ainda por uma área de consulta multimédia.
Um marco na arquitectura do concelho.
O edifício da nova biblioteca, no Centro Cívico do Feijó - Rua da Alembrança, representa um marco na arquitectura do concelho, estando integrado no conjunto mais vasto que compõe o Centro Cívico do Feijó. A autoria é do arquitecto João Lucas, técnico da Câmara Municipal de Almada.
Junto à biblioteca foi construída uma Casa de Chá, as novas instalações da Junta de Freguesia do Feijó, já em funcionamento, e uma ampla praça pedonal. Ainda nesta área a Câmara Municipal de Almada disponibilizou um terreno para a construção do centro de saúde do Feijó.
Arte em 14 mil azulejos A autarquia encomendou a Querubim Lapa um painel de azulejos que reveste toda a base deste equipamento. Um desafio que este mestre da pintura aceitou ao produzir, à mão, 14 mil azulejos, ocupando uma superfície de quase 600 m2. Para Querubim Lapa, a sua obra pretende transmitir a ideia da Casa do Livro, páginas abertas à espera de serem lidas, que nos guiam até ao interior da Biblioteca.
A razão do nome Com a atribuição do nome do Prémio Nobel da Literatura a esta Biblioteca, a Câmara Municipal de Almada pretende, desta forma, homenagear o papel que José Saramago tem desempenhado na promoção da literatura portuguesa. O anúncio do nome foi feito pela presidente da Câmara Municipal de Almada, a 2 de Junho de 2008, aquando da visita ao concelho de José Saramago em que assistiu à representação da peça “Que farei com este livro”, escrita expressamente por Saramago para a Companhia de Teatro de Almada, e que estreou em 1980.
Investimento municipal A construção desta biblioteca insere-se na estratégia da Câmara Municipal em dotar o concelho de várias centralidades, estabelecendo novos pontos de encontro e de reunião dos cidadãos. É o que se pretende com o Centro Cívico do Feijó. O investimento da autarquia na Biblioteca ascende aos 2,1 milhões de euros.
Casal atravessa a América do Sul em Biblioteca Móvel infantil durante dois anos para promover a leitura junto dos mais necessitados
Quinta-feira, Maio 07, 2009
Martina e Juan Martin Etcheverry Mondini, dois argentinos, partiram dia 8 de Abril de 2009 de Buenos Aires (Argentina) numa carrinha Kombi (Volkswagen ) transformada em biblioteca móvel infantil com o propósito de atravessar o continente sul-americano.
O casal de professores, com 30 anos, largaram do Obelisco, no centro da capital argentina e levam consigo um milhar de livros infantis para realizarem sessões de leitura «em todos os cantos do continente, em escolas, centros culturais e até cantinas».
A viagem começou a tomar forma há meses atrás e inclui um trajecto de 21 países da região a bordo de uma Combi, de 1982, que teve de ser reconfigurada para empreender esta aventura que vai exigir mais de dois anos, conforme o calculado pelos protagonistas.
De Buenos Aires, o plano é ir ao Uruguai, Brasil, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala, Belize e México, antes de embarcar a van e voltar para a Colômbia para visitar mais tarde o Equador, Peru, Bolívia, Paraguai, Chile e finalizar na Argentina novamente.
A pequena van deste casal de professores foi preparado para a ocasião, com dois sofás que se transformam numa cama, um pequeno forno e um duplo tecto que pode armazenar livros, camisetas e até mesmo uma grande tenda.
«O objectivo da viagem é o de unir e redescobrir a América Latina e o seus povos através de sessões de leitura em várias escolas ‘perdidas’ que encontraremos pelo caminho», diz John Martin Mondini, que deixou o trabalho como professor de literatura para embarcar nesta proeza, com a sua noiva
«Sempre sonhamos em fazer algo que realmente nos realize como pessoas e paralelamente contribua em alguma coisa para os outros. Queremos levar às crianças e adolescentes a nossa extensa literatura argentina e compartilhar experiências de nossa viagem», diz Martin Etcheverry .
Para financiar o projecto, o casal criou uma linha de t-shirts com motivos aludindo ao projecto que vendem desde há uns meses em festivais, feiras e lojas para recolher fundos para a viagem.
«Temos vendido bastantes, mas continuaremos a vender ao longo do percurso em várias feiras», esclarece Martina, que também faz cria peças de artesanato, colares, pulseiras, anéis e velas de diversas cores e tamanhos.
O casal também contactou com outros viajantes trotamundos para os acompanhar na viagem em veículos antigos. Foi desse modo que descobriram o Herman Zapp e Candelaria Chovet, que durante quatro anos viajaram pela América num carrinha de 1928 e agora estão em conjunto com os seus quatro filhos pequenos em plena travessia da Austrália.
«O pior medo é não ter sonhos. Este é o nosso sonho, mas também de todos. Redescobrir a América Latina e unir realidades através da literatura e da leitura», afirma Mondini a idear sobre a sua aventura.
Faleceu o Bibliotecário e Escritor Joaquim Mestre. Dirigiu durante 18 anos a Biblioteca Municipal de Beja,
Quarta-feira, Maio 06, 2009
Joaquim Figueira Mestre, escritor e director da Biblioteca Municipal de Beja, faleceu no Domingo à noite (3 de Maio), em Lisboa, vítima de doença prolongada. O funeral realizou-se terça-feira, pelas 08.00 horas.
Tinha 54 anos e era director da Biblioteca Municipal de Beja. Joaquim Figueira Mestre ajudou a transformar a Biblioteca da cidade numa Biblioteca de referência a nível nacional. Para além da actividade profissional que desempenhava, Figueira Mestre também deixou obra escrita e foi recentemente distinguido com o Prémio Manuel da Fonseca 2008.
Francisco Santos, presidente da Câmara Municipal de Beja, muito emocionado referiu que «todos ficam a perder com a morte de Figueira Mestre».
Carlos Pinto Coelho, jornalista e amigo de longa data de Joaquim Figueira Mestre, consternado disse que «se foi embora um dos maiores amigos que Beja poderia ter» e recordou que «foi pela mão do director da Biblioteca que a cidade foi transformada numa catedral da leitura. Foi este homem que conseguiu trazer a Beja os maiores vultos da literatura portuguesa»
Joaquim Mestre, nasceu em Trindade, concelho de Beja. Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e pós-graduado em Ciências Documentais pela mesma universidade.
Iniciou o seu trabalho na Biblioteca Municipal de Beja, antes deste espaço abrir ao público, ou seja desde 1991/92 e exerceu como director a sua actividade profissional no mesmo até ao seu falecimento (inclusive era Chefe da Divisão de Bibliotecas e Museus na Câmara Municipal de Beja). Foi um dos pioneiros da Rede Nacional de Rede Nacional de Bibliotecas Públicas. Recorde-se a história, após a inauguração da Biblioteca de Beja, em 1993, que não manifestando os moradores da cidade grande interesse em frequentar a nova biblioteca, Mestre empurrou um burro escada acima, franqueando-lhe a porta, e declarando que, se até um asno entrava naquele antro de cultura, não seria um bejense que o não faria.
Joaquim Figueira Mestre foi igualmente escritor de relevo. Autor de vários livros entre eles contos O Livro do Esquecimento (2000), dos romances A Cega da Casa do Boiro (2001), O Perfumista (2006), e Imperfeições do amor (2007). Director das revistas Rodapé e Pé de Página. Viveu no Alentejo, ermo a que alguns chamam a sua casa e onde as pessoas andam com o sol nas mãos e a lonjura no olhar. Viveu num monte onde tem uma vinha e sonhava um dia fazer um grande vinho. Recordamos que foi distinguido recentemente com o prémio Manuel da Fonseca 2008, com a obra: “Breviário das Almas”, um conto que colheu a unanimidade do júri.
Prémios do Festival BiblioFilmes 2009 foram divulgados dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro,
Quarta-feira, Abril 29, 2009
No dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro, foram divulgados os vencedores do Festival BiblioFilmes 2009
O Troféu BiblioFilmes Festival/Corticeira Amorim foi para o vencedor do concurso de vídeos no YouTube “BiblioFilmes – Livros, Bibliotecas, Acção!”. O vídeo "Histórias que acontecem", foi realizado pela turma 11.º D, sob coordenação do professor de Português, Basílio Mendes, da Escola Secundária da Lixa.
A Menção Honrosa foi para o vídeo "Ler dá Cor à tua Vida" realizado por Tiago Oliveira, um aluno da Escola Secundária Camilo Castelo Branco – Vila Nova de Famalicão, com um Slogan de promoção da leitura criado no âmbito da disciplina de Multimédia B. O vídeo foi enviado por Augusta Castro, coordenadora da respectiva Biblioteca.
O melhor Vídeo de Biblioteca Escolar: foi para"Laika e os seus amigos": a participação da professora Manuela D. L. Ramos, coordenadora da Biblioteca da Escola EB 2/3 de Beiriz, numa actividade desenvolvida na Biblioteca com alunos da turma do 5º A.
Ver os restantes premiados nas respectivas páginas do BiblioFilmes:
Colóquio "Rocha Peixoto no centenário da sua morte", de 8 a 9 de Maio, na Póvoa de Varzim
Colóquio "Rocha Peixoto no centenário da sua morte"
8 e 9 de Maio de 2009
Local: Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim
Para assinalar o 1º Centenário da morte de António Augusto da Rocha Peixoto (1866-1909), figura ímpar da geração da revista “Portugália”, pioneira da investigação e análise científica, com estudos relevantes nas áreas de arqueologia, etnografia, antropologia, ergologia e museologia, a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim organiza um Colóquio de especialistas, na Póvoa de Varzim, Porto e Matosinhos, nos dias 8 e 9 de Maio de 2009.
O colóquio será presidido pelo Prof. Doutor João Francisco Marques e terá cinco painéis: arqueologia, antropologia e etnografia, arte e museus, ciências naturais, bibliotecas e património.
Moderador Dr. Henrique Barreto Nunes Director da Biblioteca Pública de Braga
Dr. José António Calixto Director da Biblioteca Pública de Évora O património documental existe?
Dr. António Braz de Oliveira Biblioteca Nacional O risco de Rocha Peixoto na BNP
Dr. José Afonso Furtado / Dr. Paulo Leitão / Dr.ª Ana Barata Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian Colecções Patrimoniais da Biblioteca de Arte: do analógico ao digital
Dr. Manuel Costa Director da Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim Apresentação do espólio e da Biblioteca Digital Rocha Peixoto
Debate posterior
-------
Organização:
Comissão Organizadora: Professor Doutor João Francisco Marques - Presidente Manuel Costa – Coordenação executiva Deolinda Veloso Carneiro José Flores Gomes
Secretariado: Biblioteca Municipal Rocha Peixoto Rua Padre Afonso Soares 4490-664 Póvoa de Varzim Telef. + 351 252 616 000 Fax: + 351 252 617 069
Directora e o Subdirector da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB) saneados diplomaticamente dos cargos que ocupavam
"A directora e o subdirector da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB) foram afastados dos cargos por não terem entregue o documento do sistema de avaliação dos funcionários, disse à Lusa fonte da DGLB.
Paula Morão, que estava à frente da DGLB desde Abril de 2007, foi uma das dez dirigentes da Função Pública afastadas por ordem do Ministério das Finanças (MF) por irregularidades ou falta de aplicação do SIADAP, o sistema de avaliação de desempenho dos funcionários da Administração Pública.
Contactado pela agência Lusa, o assessor do Ministério da Cultura, Rui Peças, não confirma nem desmente este afastamento.
Fonte da DGLB disse à agência Lusa que foi também afastado o subdirector-geral, José Manuel Cortês, e que a direcção não tinha entregue o documento de avaliação do desempenho dos funcionários dentro do prazo estabelecido, a 15 de Abril.
Contactado pela Lusa, o subdirector-geral, José Manuel Cortês, respondeu que não prestava quaisquer declarações sobre o assunto.
O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, confirmou ontem aos jornalistas o afastamento de funções de dez dirigentes de topo da Função Pública por não terem avaliado os seus funcionários.
A lei nº66-B de 2007 prevê a cessação de funções ou a não-recondução sempre que a avaliação do desempenho não seja aplicada por razões imputadas aos dirigentes.
Paula Morão e José Manuel Cortês tinham sido nomeados directora-geral e subdirector-geral, respectivamente, da DGLB em 2007, no âmbito do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE).
Paula Morão, 58 anos, é professora catedrática da Faculdade de Letras de Lisboa, tendo-se especializado na área da literatura autobiográfica.
José Manuel Cortês, também com 58 anos, é licenciado em História na Faculdade de Letras de Lisboa, entrou para o antigo IPLB em 1987, como chefe de Divisão de Apoio à Criação e Edição, e passou em 1999 a dirigir os Serviços do Livro no mesmo instituto."
IV Encontro Oeiras a Ler, dias 14 e 15 de Maio organizado pelas Bibliotecas Municipais de Oeiras.
Quinta-feira, Abril 23, 2009
Nos últimos três anos, as Bibliotecas Municipais de Oeiras, através do Encontro Oeiras a Ler, têm procurado constituir um espaço de debate e reflexão, abrangendo diferentes perspectivas e práticas no que respeita ao papel da biblioteca pública na sociedade actual.
O III Encontro Oeiras a Ler realizado em Maio do ano passado veio confirmar o lugar pioneiro das Bibliotecas Municipais de Oeiras no panorama nacional das Bibliotecas Públicas e, certamente, terá contribuído para a sua projecção internacional, nomeadamente ao nível europeu.
Nos dias 14 e 15 de Maio de 2009, as Bibliotecas Municipais de Oeiras organizam a IV edição do Encontro Oeiras a Ler, no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras que será dedicada a uma das áreas de actuação das bibliotecas que melhor traduzem e cruzam as suas funções cultural, educativa e social: os serviços de extensão bibliotecária e cultural. O tema do Encontro é: "Uma biblioteca sem muros nem ameias: serviços de extensão bibliotecária e cultural!"
Uma vez mais, e porque é esse o carácter assumido destes Encontros, pretendemos reflectir sobre o papel das bibliotecas públicas para tornar possível e profícuo o cumprimento da sua missão, no caso concreto no que diz respeito aos serviços de extensão bibliotecária e cultural. Para o efeito, é determinante identificar os públicos, conhecer bem a comunidade local e criar e desenvolver projectos que vão ao encontro das suas necessidades.
Consideramos determinante conhecer a forma como as bibliotecas públicas em Portugal e noutros países têm respondido a este desafio, para, a partir do intercâmbio de experiências, atentarmos na nossa realidade e prefigurar a forma como alguns modelos de intervenção podem ser aplicados ao contexto das bibliotecas públicas em Portugal.
PROGRAMA(provisório)
14 de Maio 08.30 Recepção e entrega da documentação
09.00 Sessão de abertura
09:30 (Direcção-geral do Livro e das Bibliotecas)* Programas de promoção da leitura (extensão bibliotecária e cultural) da RNBP Moderador: José Mário Silva
10.30 Carmen Mª Vigata Manuel de Villena (Espanha) Os bibliomóveis e os novos serviços de extensão bibliotecária da comunidade de Madrid Moderador: José Mário Silva
11.30 Debate
12.30 Almoço
14.30 Maria Ângela Barlotti (Itália) Bibliotecas de estabelecimentos prisionais em Itália. Moderador: Carlos Pinto Coelho
15.30 Pausa para café
16.00 Conferencista a designar (Fundación Germán Sánchez Ruipérez)* Serviços de extensão bibliotecária da FGSR Moderador: Carlos Pinto Coelho
17.00 Debate
15 de Maio 09.30 Claudie Guérin (França) Bibliotecas de hospital e a rede de bibliotecas públicas em França Moderador: Mafalda Lopes da Costa
10.30 Tone Eli Moseid (Noruega) Serviços para populações com necessidades especiais (Presidente da Secção da IFLA) Moderador: Mafalda Lopes da Costa
11.30 Debate
12.00 Relator: António José Teixeira (SIC Notícias) *
13.00 Almoço
14.30 Apresentação dos posters
15.30 Debate
16.00 Apresentação de posters
17.30 Debate
18.00 Encerramento
* a confirmar.
Informações e Inscrições: Biblioteca Municipal de Algés Telf. 214118970 bruno.eiras@cm-oeiras.pt
Biblioteca Municipal de Oeiras Telf. 214406340 sofia.pinto@cm-oeiras.pt
A inscrição individual no Encontro tem o valor de € 45 (sendo de € 80 para duas inscrições da mesma instituição e de € 120 para 3 inscrições da mesma instituição).
As inscrições incluem o almoço nos dois dias do Encontro.
63 % dos portugueses não leu nenhum livro, pelo menos no último mês, segundo uma sondagem recente
No âmbito da celebração doDia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, dia 23 de Abril, foi realizada uma sondagem sobre os hábitos de leitura dos portugueses, pela Marktest.
A sondagem foi efectuado no continente a pessoas com 18 e mais anos, e era composta por duas questões. A primeira teve que ver com o conhecimento dos hábitos de leitura num período recente (último mês): "no último mês leu algum livro, ou está neste momento a ler algum livro?". As respostas a esta questão permitem afirmar que, na faixa etária inquirida, a classe social diferencia, pois é a variável que revela comportamentos mais diferentes entre os indivíduos.
O estudo mostra que 63% dos adultos não leram um livro no último mês e que as mulheres lêem mais do que os homens. 36.9% dos inquiridos neste estudo revelaram estar a ler um livro ou tê-lo feito no último mês, em contraste com os 63.1% de entrevistados que respondeu negativamente a esta questão. As percentagens de adeptos dos livros sobem junto das mulheres (40.7% delas referiu ter lido ou estar a ler algum livro), dos indivíduos entre 35 e 44 anos (48.0%) e dos residentes na Grande Lisboa (42.8%) e no Grande Porto (42.0%). Entre as classes sociais, encontramos, como referido, mais diferenças, com os valores a oscilar entre os 64.5% observados junto dos que pertencem às classes sociais alta e média alta, os 41.9% junto dos indivíduos da classe média e os 22.7% junto dos que pertencem às classes média baixa e baixa.
A segunda questão era sobre o o título de leitura mais recente Neste aspecto os romances são as obras preferidas de um terço dos leitores. "O Equador", de Miguel Sousa Tavares, é o título mais referido como a leitura mais recente. As referências dispersam-se por muitos títulos diferentes, mas os mais citados são "A Bíblia", "A Viagem do Elefante" de José Saramago, "As Palavras que Nunca te Direi" de Nicholas Sparks ou "Maddie: A Verdade da Mentira" de Gonçalo Amaral.
Segundo uma anterior sondagem efectuada pelo Eurobarómetro, referentes a 2007, Portugal é o segundo país da Europa onde se lê menos livros. Em concreto 49 por cento dos portugueses não leram um livro no ano anterior, numa percentagem só ultrapassada por Malta.
Outro estudo do Plano Nacional de Leitura, publicado em 2007, chegou a conclusões semelhantes sobre os hábitos de leitura dos portugueses. Cerca de 52% dos portugueses admitiu não ter lido um único livro no ano anterior e o preço era uma das principais justificações para mais de metade dos leitores.
O presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros - APEL, Rui Beja, admite que os livros são caros comparando com outros países, mas culpa o pequeno número de leitores. Rui Beja explica que «as tiragens reflectem-se num mercado que é restrito e isso faz com os livros não possam ter um preço tão baixo como nos mercados de grande dimensão com níveis de literacia e hábitos de leitura bastante superiores aos que temos em Portugal».
Isabel Alçada, Comissária do Plano Nacional de Leitura, partilha da mesma opinião e dá o exemplo dos países do Norte da Europa, onde uma população com maior formação escolar aumenta o número de leitores, diminuindo o preço dos livros.
Plano Nacional de Leitura alargado ao ensino pré-escolar
O Ministério da Educação vai alargar o Plano Nacional de Leitura ao ensino pré-escolar, ao distribuir livros específicos de apoio aos alunos destes nível de ensino, um anúncio feito no Dia Mundial do Livro.
«Isto significa que as salas do pré-escolar serão apetrechados com livros adequados às idades das crianças para que as educadoras possam desenvolver com eles as competências de leitura», explicou a ministra da Educação.
Presente na Conferência Nacional de Educação de Infância que decorre até sexta-feira, Maria de Lurdes Rodrigues garantiu que serão abertas mais 300 salas para o pré-escolar em parceria com instituições privadas de solidariedade social e autarquias.
«Isto é muito importante. O modelo com que foi lançado o pré-escolar foi uma das garantias do seu êxito e do seu sucesso», acrescentou a titular da pasta da Educação, que confirmou ainda o lançamento de mais uma iniciativa para a promoção da leitura.
«É uma iniciativa que envolverá os centros de saúde e os hospitais pediátricos, oferecendo aos pais não apenas recomendações relacionadas com a alimentação e cuidados de saúde, mas também estes cuidados de desenvolvimento das competências em leitura», explicou.
Esta iniciativa envolverá ainda a oferta de livros a todos as famílias que tenham crianças até aos três anos aquando das suas idas aos centros de saúde e pediatras. Fonte: TSF - 23-4-009
"Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor" dia 23 de Abril
O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor" é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Praticamente todas as bibliotecas municipais e escolares em Portugal dinamizam actividades que visam celebrar este dia.
No dia Mundial do Livro, as Bibliotecas Municipais da Corunha levam livros juntos dos potenciais leitores
As Bibliotecas Municipais da Corunha no dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro levarão milhares de livros a dois dos lugares mais frequentados pelos cidadãos: as estações de autocarro e de comboio/metro. Espaços de passagem mas também de encontro, bons lugares onde folhear um livro no tempo de espera ou de escolhê-los con o fim de os ler durante o trajecto. Para celebrar um dia tão especial, as bibliotecas levarão livros às estações e colocarão à disposição dos viajantes, quer mais miúdos, quer mais graúdos, que os poderão evar e lê-los durante a viagem de autocarro ou no comboio. Haverá adstrito um posto com informações e folhetos das bibliotecas, marcadores de livros e posters. Fonte: Ayuntamiento "A Coruña" (trad.)
A casa, uma construção do século XVIII reconstruída depois do terramoto de 1841, sofreu agora obras de reabilitação que lhe permitem continuar a perpetuar a memória do escritor, natural da ilha Terceira e "pai" do termo “açorianidade”.
O imóvel foi inaugurado numa cerimónia presidida por Carlos César, presidente do Governo Regional dos Açores, e possui dois pisos, varanda de ferro forjado, com traça tradicional da arquitectura do "Ramo Grande", denominação popular da zona da Praia da Vitória na ilha Terceira.
Na "Casa das Tias", adquirida há cerca de duas décadas pela autarquia local, vai passar a funcionar para além da Biblioteca Pública Silvestre Ribeiro, no piso inferior, a sede da Assembleia Municipal na parte superior.
A casa, além do seu valor arquitectónico como exemplar do Ramo Grande, é um ícone na obra de Nemésio, uma casa de que fala em muitos dos seus romances.. É um edifício com excelentes condições, que vai acolher também exposições e, no jardim interior, várias actividades, sobretudo da biblioteca, dirigidas a crianças, como a Hora do Conto, na altura de Verão.
A casa era propriedade de duas tias de Nemésio, que lhe pagaram os estudos universitários por os pais, de origem humilde, não terem possibilidades financeiras. Vitorino Nemésio, autor de "Mau Tempo no Canal", passou grande parte da sua infância e juventude nesta casa, localizada junto à Igreja da Misericórdia, ali regressando sempre na altura das férias.
Em 1994 foi ali inaugurado um busto do escritor, da autoria do escultor Álvaro Raposo França e, em 2007, abriu, na casa onde nasceu Nemésio, um Centro de Estudos e Museológico, sobre a sua vida e obra.
A "Casa das Tias" acolhe na sua inauguração uma exposição de pintura, escultura e outras artes plásticas do artista Ramiro Botelho, natural da Praia da Vitória.
O bibliotecário Nuno Marçal granjeou Prémio ACLEBIM das Bibliotecas Moveis
AAsociación de Profesionales de Bibliotecas Móviles (ACLEBIM), de Espanha, atribuiu os II Prémios ACLEBIM das Bibliotecas Itinerantes. Na categoria Pessoas, o prémio a Nuno Marçal, bibliotecário responsável pela biblioteca itinerante de Proença-a-Nova, pelo seu compromisso profissional e social com os cidadãos mais desfavorecidos. Como é expresso pela ACLEBIM : «Nuno Marçal es un ejemplo de superación constante, de aprovechamiento de recursos cercanos y de optimización de las tecnologías de la información y comunicación para vencer obstáculos seculares en el acceso a la lectura, si bien siempre fundamentando todo ello en el calor del trato humano.»
Na categoría das Instituições, os premiados foram: Comunidade de Madrid (pelo Serviço de Extensión Bibliotecaria); a Generalidade da Catalunha e Deputação de Barcelona (em especial o Biblioacceso, espaço rural de serviço bibliotecário concebido como extensão do Bibliobús); e a Junta de Castilha e Leão - Diputación de Zamora (pelo Bibliobús Escolar de Zamora)
O prémio tem por objectivo reconhecer o trabalho de instituições e pessoas em prole do desenvolvimento de serviços bibliotecários móveis. A entrega dos prémios terá lugar día 24 de Outubro de 2009, em Leão, durante o IV Congresso Nacional de Bibliotecas Móveis.
Exposição de livros de autores portugueses que foram traduzidos noutros idomas, decorre na Biblioteca Pública de Braga de 23 de Abril a 29 de Maio
A Biblioteca Pública de Braga, unidade cultural da Universidade do Minho, apresenta, entre quinta-feira e 29 de Maio, uma exposição bibliográfica intitulada "Babel na Biblioteca" com traduções de obras de autores portugueses, anunciou esta quarta-feira fonte da instituição citada pela Agência Lusa.
De acordo com a referida fonte, a exposição (que serve para comemorar o Dia Mundial do Livro) vai mostrar 125 obras de autores portugueses traduzidas para 15 diferentes línguas existentes nas suas colecções. A mostra pode ser visitada no átrio da Reitoria da Universidade do Minho (UMinho), no Largo do Paço, nos dias úteis.
As línguas mais representadas são o francês com 45 títulos, o romeno com 17, o inglês com 15 e o espanhol e o italiano com 12 cada, mas também há livros em alemão, búlgaro, checo, chinês, croata, dinamarquês, galego, húngaro, latim e paquistanês.
O autor mais traduzido nas colecções da biblioteca é Fernando Pessoa, com 18 títulos, seguindo-se Luís de Camões com nove, José Saramago com seis e Eugénio de Andrade com cinco. De entre os escritores com ligações ao Minho estão obras de Francisco Duarte Mangas, José Manuel Mendes e Vergílio Alberto Vieira, para além de Camilo Castelo Branco.
No total, são 56 os autores de que se apresentam traduções. É ainda de assinalar a existência de oito antologias de poesia e duas de ficção. A edição mais antiga é de 1653, uma tradução de «Os Lusíadas» para italiano, feita por Carlo Antonio Paggi.
Quinta-feira, 23 de Abril, Dia Mundial do Livro, a Biblioteca Pública de Braga, como vem sendo habitual, oferecerá alguns livros (fundos editoriais e duplicados) a quem a utilizar.
“III Feira de Bibliotecas Escolares” de 28 a 30 de Abril, no concelho de Setúbal.
"Exposições, teatro, apresentações de livros e diversos ateliers decorrem, entre os dias 28 e 30 de Abril, nas escolas da rede pública do concelho, de Setúbal, no âmbito da “III Feira de Bibliotecas Escolares”, promovida pela autarquia.
A iniciativa, realizada de dois em dois anos, contempla uma série de actividades para a comunidade escolar, com o intuito de promover a partilha de experiências entre alunos, professores e funcionários dos diferentes estabelecimentos de ensino.
O intercâmbio de alunos entre as várias escolas do Concelho permite, também, que a comunidade escolar possa ter um contacto mais próximo com as diferentes realidades, equipamentos e actividades existentes.
Visitas guiadas, encontros de leitura e apresentação de diversos trabalhos são outras actividades presentes na “III Feira das Bibliotecas Escolares”.
A Câmara de Setúbal, que tem vindo a fazer um forte investimento nas bibliotecas da rede escolar do Concelho, concluiu a requalificação destes equipamentos em Outubro de 2008, com a inauguração da biblioteca da EB1 n.3 do Montalvão, durante as comemorações do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares.
O espaço, totalmente remodelado, foi equipado com mobiliário apelativo, tendo sido contemplado com cerca de dois mil livros, oito computadores com acesso à internet, vários vídeos e DVD.
A requalificação da Rede de Bibliotecas Escolares (REB) do Concelho de Setúbal foi iniciada em 2006 através de uma candidatura a um programa do Ministério da Educação.
Foram integradas na REB do Concelho, por cumprirem os requisitos necessários, nomeadamente o número de alunos e um espaço com 48 metros quadrados, 36 escolas, entre as 48 existentes"
Biblioteca Municipal do Seixal oferece livros até dia 2 de Maio.
Até dia 2 de Maio a Biblioteca Municipal do Seixal está a oferecer livros de forma a assinalar o 25 de Abril, que marca o fim da limitação de acesso aos livros, vivida durante a repressão fascista ao longo de 48 anos.
Por ser objectivo das Bibliotecas contribuir para a qualificação das pessoas, providenciando-lhe a acessibilidade aos recursos informativos e culturais, a Biblioteca Municipal do Seixal partilha e oferece livros, incluindo alguns dos que foram em tempos proibidos de ler.
Os livros podem ser levantados de terça a sexta-feira, das 10 às 20.30 horas e nos sábados das 14.30 às 20.30 horas.